sexta-feira, 12 de julho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Família na escola


A Educação tem início na família, se aprimora na escola, para ser aplicada na vida.
Cabe à família ensinar seus filhos a serem vencedores, lutar por aquilo que querem,sem passar por cima do outro, usando suas potencialidades e habilidades, ensinar a usar seu senso crítico,sua criatividade para solucionar problemas. Também é função da família mostrar que existem regras,limites e deveres, que esse respeito é que nos leva a viver em grupos e comunidades.

Nosso primeiro encontro com as famílias, apesar da noite chuvosa e fria de 29 de maio, foi um sucesso.Os familiares tiveram a oportunidade de verem fotos de seus filhos em atividades escolares, ouvir boa música (Luciano Altran, Julielem,Cinara,Maycon e Elisa), participar de palestra com a psicóloga Marina Rogeri e, ao final,foi servido um delicioso caldo de feijão.
Acreditamos na parceria da escola com as famílias para que haja um bom desenvolvimento de nossos alunos em todos os aspectos.




































quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nossa escola se prepara para o I Encontro Família na Escola








A parceria Família e Escola sempre foi um elo importantíssimo no desenvolvimento da aprendizagem de qualquer criança ou jovem adolescente. Não há como negar que uma família quando se descuida do desenvolvimento escolar de seus filhos, estes apresentam queda acentuada nos resultados obtidos dos boletins bimestrais.
É preciso, portanto, que a família, seja ela que composição tiver, cumpra os seus deveres e que a Escola faça valer sua proposta pedagógica como meta, para que ambos possam atingir seus objetivos na formação dessas crianças e jovens adolescentes.
O primeiro passo para que isso aconteça é estabelecer regras que fortalecerão essa parceria permitindo que a aprendizagem dos filhos e alunos se efetive claramente através de seus desempenhos, tanto no lar quanto na escola.
Muitos especialista são taxativos quando dizem ser a família a base de toda educação e formação, mesmo estando ela enfrentando mudanças em seu contexto social, econômico e de composição. A família de hoje não é mais considerada a célula mater da sociedade, pois ela sofreu as transformações da sociedade moderna, mas, não deve ser retirado dela sua responsabilidade no ato de educar. "A mim me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a “tirania da liberdade” em que as crianças podem tudo: gritam, riscam as paredes, ameaçam as visitas em face da autoridade complacente dos pais que se pensam ainda campeões da liberdade. (PAULO FREIRE, 2000: 29)".A verdade é que a Escola sozinha não conseguirá levar a diante a responsabilidade de educar e ensinar, já que a responsabilidade maior da escola está em ensinar e a da família está em educar.A especificidade da Escola não pode ser desviada para funções que não é sua e o ensino deve ser aplicado para o crescimento intelectual, social e econômico de cada aluno, individualmente.
Aos pais cabe todo o empenho de acompanhar a formação de seu filho desde o nascimento até a maioridade para que sua educação moral, de caráter e escolar sejam positivas, pois, a família é o fator que mais tem influência na educação.
É de suma importância o comparecimento dos pais ao menos uma vez por semana na escola dos filhos, para saber como eles estão indo nos estudos, conversando com os professores e verificando a interação dos filhos com os colegas. Não basta apenas olhar cadernos e perguntar como estão, é preciso participar, se fazer presente neste acompanhamento. Através dessas ações se efetiva a parceria que a escola precisa para ensinar com qualidade.
De acordo com Içami Tiba, a educação é um projeto, é algo que tem um caminho, que não pode ser simplesmente de qualquer forma. “Deve ser muito elaborada, pois é o futuro do filho e da família que estão em jogo...” Por isso, a ação de educar e ensinar devem ser compartilhados entre as duas instituições: família e escola. Ambas devem preparar nossos jovens para o exercício pleno da cidadania com dignidade e respeito, para serem pessoas que alcancem a felicidade e autonomia, de forma competente.

Hoje, mais que nunca, a Escola precisa do apoio da família e a Família precisa que a instituição Escola seja competente na formação acadêmica de seus filhos, para que o vazio que se estabeleceu nos lares familiares pela falta de muitos pais no crescimento educacional dos filhos em virtude dos avanços da sociedade moderna fique menos arranhado do que está.

De acordo com Tiba (2002, p.181)

[...] Para a escola, os alunos são apenas transeuntes psicopedagógicos. Passam por um período pedagógico e, com certeza, um dia vão embora. Mas, família não se escolhe e não há como mudar de sangue. As escolas mudam, mas os pais são eternos [...].

Maria Inez Rodrigues

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O ENSINO DA MELHOR QUALIDADE
nas palavras de Terezinha Rios:
 “O Ensino da melhor qualidade é aquele que cria condições para a formação de alguém que sabe ler, escrever e contar.
 LER não apenas as cartilhas mas os sinais do mundo, a cultura do seu tempo
 ESCREVER não apenas nos cadernos, mas no contexto de quem participa, deixando seus sinais, seus símbolos.
 CONTAR, não apenas números, mas sua história, espalhar sua palavra, falar de si e dos outros.
 CONTAR e CANTAR (...) nas expressões artísticas, nas manifestações religiosas, nas múltiplas e diversificadas investigações científicas.

(  http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/banco_objetos_crv/%7BE1CD6AF7-E5FF-43AE-A5A3-CA40A6C67F29%7D_Cartilha%20FINAL.pdf  )

Nossa escola também está fazendo a diferença.
Reunião de estudos realizada dia 06 de maio, propõe ações para atender aos alunos que não estão conseguindo vencer os objetivos propostos.


A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, consciente da
urgência da melhoria do desempenho dos alunos, definiu metas desafiadoras
e necessárias para os próximos 4 anos:
Garantia de que toda criança esteja lendo e escrevendo até os 8 anos
de idade
Elevação dos índices de aprendizagem (PROEB, SAEB, Prova Brasil,
ProAlfa)
Redução das diferenças regionais
Acreditamos que para concretizar essas metas, toda escola deve estar
consciente de que pode, e deve fazer a diferença.




quinta-feira, 18 de abril de 2013

quinta-feira, 4 de abril de 2013

" Um país se faz com homens e livros"

O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato. “Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que dava à leitura e sua forte influência no mundo literário. Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito. Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso. Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa. Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira que preparava famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor-de-rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio? Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré fêmea muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como com personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos. Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar. Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil. Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia

sexta-feira, 22 de março de 2013